junho 23, 2026
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Bruna Marquezine relembra namoro com Neymar aos 18

Bruna Marquezine relembrou uma fase complicada da sua vida, logo quando fez 18 anos. A atriz, hoje com 30, contou que enfrentou um de seus períodos mais vulneráveis ao ver sua relação amorosa com Neymar extremamente exposta, enquanto assumia a responsabilidade de ser a protagonista da novela I Love Paraisópolis (2015).

“Foi um momento muito vulnerável da minha vida, tinha completado 18 anos, estava fazendo uma novela que não estava indo muito bem. Me tornei protagonista desta novela já com ela no ar, até em uma tentativa de ganhar o público…”, lembrou.

Bruna frisou que o foco no namoro com o jogador, hoje com 34 anos, não foi uma decisão sua. “Eu estava sentindo o peso disso em paralelo à minha vida pessoal, que estava muito exposta, não por escolha. Estava lidando com o peso de uma vida pessoal muito exposta, um relacionamento muito difícil e a responsabilidade do ‘contamos com você'”, relembrou ela, que namorou com o craque da Seleção Brasileira, entre idas e vindas, entre 2013 e 2018.

Bruna falou sobre o período conturbado em um evento em São Paulo, na noite de segunda-feira (22) e relatou que chorava com frequência nos bastidores da trama das sete, que tinha Wolf Maya na direção, e Caio Castro e Maurício Destri no elenco. Ela disse que, por conta disso, levou uma advertência.

“Eu chorava com muita frequência nos bastidores e fizeram uma reclamação no RH de que eu chorava muito e atrapalhava a maquiagem. Hoje em dia faço piada, mas fui chamada para uma reunião e ouvi de um homem que eu precisava ser como tal atriz e a seguinte frase: ‘Aqui você precisa passar o crachá e começar a interpretar’. Aquilo me feriu profundamente. Eu estava tão vulnerável”, relembrou durante o bate-papo no Power Talks, debate promovido pela Kérastase.

A partir deste momento, Bruna disse que começou a sentir a “síndrome da impostora”, fenômeno psicológico caracterizado pela incapacidade de internalizar o próprio sucesso.

“A síndrome da impostora começou ali. Hoje olho para aquela menina com muito afeto. Trabalhei com um ator que, nos bastidores, tinha um desempenho terrível, mas ele nunca foi chamado (para conversa). Graças à terapia, consigo olhar para trás e me acolher. Hoje não aceitaria passar por isso”, salientou.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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